Por que leite?

Todos sabem que o leite é fonte rica em cálcio e que o cálcio do leite ajuda a desenvolver ossos fortes. Mas, poucos sabem que, além disso, o leite contém 8 vitaminas e minerais essenciais.

Cálcio: ajuda a formar e manter ossos fortes. É vital também para as funções nervosas, contração muscular e fluxo sanguíneo;

Proteínas: importante para numerosas funções orgânicas. Vital para o desenvolvimento cerebral e crescimento dos tecidos corpóreos;

Vitamina A: mantém a normalidade da visão e da pele. Ajuda a regular o crescimento das células e a integridade do sistema imune;

Vitamina B12: essencial para o desenvolvimento e saúde do sistema nervoso. Ligada à atividade normal do ácido fólico e envolvida na formação do sangue;

Vitamina D: promove a absorção do cálcio e fósforo, influencia na mineralização óssea, fortalece os ossos;

Potássio: regula o equilíbrio dos fluidos corporais e pressão sanguínea. É necessário também para a atividade muscular e contrações;

Fósforo: ajuda a gerar energia nas células do corpo e influencia na mineralização óssea, e no fortalecimento dos ossos;

Niacina: mantém o funcionamento normal das enzimas e ajuda o organismo a processar açúcares e ácidos graxos. É importante também para o desenvolvimento do sistema nervoso;

Riboflavina: ajuda a produzir energia nas células do organismo e exerce papel vital no desenvolvimento do sistema nervoso.

Xandô

Leite e seu papel na perda de peso

O leite pode ajudar na perda de peso?

Os estudos sugerem que a inclusão de 72 ml de leite desnatado ou semi a cada 24 horas, como parte de dieta com calorias reduzidas, pode ajudar as pessoas a perderem mais peso e queimarem mais gordura que o corte das calorias.

Tabela de Comparação

Atleta

O leite em uma dieta saudável

A obesidade infantil está tomando proporções epidêmicas, tendo triplicado nas duas décadas passadas. Estudos recentes sugerem que as bebidas escolhidas pelas crianças exercem papel tão importante na obesidade infantil quanto os alimentos que elas ingerem. Bebidas carbonatadas e de frutas fornecem mais calorias que qualquer outro tipo de alimento, chegando a quase 13% das calorias totais – mais que bolos, bolachas e outros alimentos ricos em açúcares.

Um estudo publicado pelo Journal of Adolescent Health reporta que as crianças entre as idades de 6 e 17 anos, com consumo maior que 180 – 240 g de produtos lácteos aromatizados, tais como leite, iogurtes, sorvetes e pudins, têm a cada dia dietas melhores que as que ingerem regularmente refrigerantes e bebidas à base de frutas adoçadas.

Um estudo da Universidade de Vermont chegou à conclusão que as crianças consumidoras de leites aromatizados são mais propensas a alcançar suas necessidades diárias em cálcio que as outras. Os consumidores de leites aromatizados ingerem mais cálcio, sem aumentar sua ingestão total de açúcar ou gordura. As crianças e adolescentes que tomam leite aromatizado consomem mais leite na totalidade.

As crianças trocam o leite por bebidas à base de frutas adoçadas ou refrigerantes à medida que envelhecem. O leite aromatizado pode ser uma boa estratégia para evitar esta troca. É importante reverter esta mudança e o leite pode ajudá-las a obter suas recomendações em cálcio sem aumentar a quantidade de açúcares às suas dietas.

Leite aromatizado é uma escolha popular para adolescentes e fornece menos que 2% do açúcar total. Os estudos demonstram que adolescentes que tomam leite ao invés de refrigerantes, tendem a ter peso menor e menor concentração de gordura corporal.

O consumo de leite e derivados por garotas adolescentes não está associado com índice de massa corporal maior ou aumento da porcentagem de gordura. De fato, as garotas que consomem 4 copos de leite de 240 ml cada por dia têm cinturas mais finas que as que ingerem refrigerantes.

Em crianças com idades entre 2 e 8 anos, a ingestão dietética de cálcio proveniente de alimentos como leite, queijos e iogurtes, está associada com menor porcentagem de gordura corporal.

Fontes de referência:

Johnson, R.K. et al. Journal of Child Nutrition and Management. 1998; 2:95
2 Frary, C.D. et al. Journal of Adolescent Health. 2004; 34:56-63
3 Johnson, R.K. et al. Journal of the American Dietetic Association. 2002; 102:853-56
4 Novotny, R. et al. Journal of Nutrition. 2004; 134(8): 1905-1909.
5 Skinner, J.D. et al. Journal of the American Dietetic Association. 2003; 103(12): 1626-1631.
Fonte: Láctea Brasil por Licínia de Campos.

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